Arquivo Janeiro, 2008
Mariluz longe de Maddie
4 comentários Publicado por Liliana Fernandes a 27 Janeiro 2008 em Artigos recentes.Tenta-se encontrar uma similitude (forçada) entre o caso Maddie e o mais recente desaparecimento de Mariluz - menina que desapareceu em Huelva. As únicas semelhanças são o facto de serem crianças e ambas terem desaparecido! Um colega e amigo esteve naquela cidade. Por lá, diz que se respira a solidariedade. Foi abordado por um habitante que […]
Há quem fale melhor…calado!
0 comentários Publicado por Liliana Fernandes a 24 Janeiro 2008 em Artigos recentes, Está bonito e leva jeito.Há pessoas que falam por falar. De ocasião. As mulheres então são peritas nisso… O discurso não varia: «estás tão gira!», «estás mais magra?»; «estão mais gordinha ou é impressão?». Poderia continuar com os inúmeros disparates que saem da boca de quem quer apenas marcar presença.
Eis um exemplo: tenho uma amiga que está grávida de […]
Cavaco Silva “brinca” com ASAE
0 comentários Publicado por Liliana Fernandes a 23 Janeiro 2008 em Artigos recentes.Há quem me costume dizer que tenho um humor semelhante ao do nosso Presidente da República. Não sei o que quer dizer, mas isso talvez justifique por que achei piada à gracinha que o próprio fez sobre a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), no decorrer de uma visita à cozinha do Convento de […]
Perdi o norte quando a tua língua
Segredou com o meu sexo húmido.
Confidenciou-lhe as saudades do meu sabor.
O teu sexo endurecido e nervoso beijou
O meu lenta e profundamente. Dançou,
Roçou e deslizou na concupiscência que libertávamos.
O tempo avançava ao ritmo dos uivos de prazer
E a lua resplandecia com o fixar do nosso olhar.
O meu corpo vestiu-se das tuas mãos, língua,
Boca que lhe tocavam, sorriam e lambiam,
Degustando todos os seus relevos num desejo
Desmesurado onde me perco descontrolada.
Sinto o que me percorre, suga os
Brandos soltos que me provocas e
Deslizam pelas minhas pernas trémulas.
E tudo…enquanto em mim o sol brotava e
Pingava em ti a alvorada.
Reacendeste o que parecia inerte.
Senti-te mais do que a tua fúria deixou transparecer.
Percebi que te afastar de mim é abrir
Caminho à infelicidade de que me proteges.
Deliciei-me com o tactear das tuas mãos
Gulosas, ansiosas, apressadas que
Denunciam sofreguidão e curiosidade.
Connosco não há pressa; apenas vontade,
Ânsia, desejos que expulsaram o espreitar da vergonha
E segredaram que o que nos une é
Tão mais forte do que as “regras” podem ditar.
Apenas quereres, sentires, paixões,
Emoções, afectos e amor.
O silêncio quebra-se com o gemer da tua voz,
Com a sede da tua boca que se cala ao sorrir
Nos meus beijos molhados; com a tua língua
Aflita que me saboreia pelas linhas do meu corpo
E inunda-me com o mel da tua saliva.
Ensurdeço com os gemidos de prazer que
O teu corpo ecoa e se mistura ao suor do meu
Que por te amar transpira arrepios quentes
E abraçados num só corpo: nós.
A musicalidade dos teus gestos compõe
Os sonhos paridos do prazer que me acendes.
Contigo sinto sempre que cada vez é a primeira
Do verbo que conjugamos num só gemido.
Contigo sinto-me única, desejada, amada…especial.
Sinto-me “a” por tudo o que tem o cunho do teu sabor:
Pelo cheiro que me espalhas; pelo olhar que me lanças;
Pela ferocidade com que me degustas; pelas palavras que me soletras;
Pela erecção dos meus sentires e por ti dentro de mim.
Sinto que o fim está perto e
Nada fazes para impedir.
Ao contrário, insistes em manter-me
Co-autora de uma história que não quero escrever.
Aspiro a actriz principal quando não vou além da secundária.
O sentimento que me assaltou e
Te encetou novas sensações empurra-me
Para um palco onde sou tudo menos eu.
Sinto-te a seguir um caminho contrário ao meu.
Um caminho que te afasta cada vez mais da minha rota,
Mantendo longínqua a vontade de te ter.
Amar-te, para ti não chega.
Oiço os passos de um adeus eterno ao mesmo tempo
Que o sal das lágrimas que humedecem o meu rosto,
Queimam o doce das palavras que trocámos.
Gestos que se calam. Sentimento que emudece.
Saudades que brotam do passado.
Mágoa por saber que a escolha de não me teres
Na tua vida é alheia à vontade do meu querer.
O sorriso é o primeiro instinto
De uma criança que quando gosta não contém.
É algo que cresce inato a todos aqueles que amam
E porque amam não resguardam o que sente, sorrindo para a vida.
E porque a vida é um sonho que recorda as mais belas realidades;
Eu contigo gostaria de sonhar, para amanhã recordar.
Tu és…
O Fogo que me faz arder;
O Ar que me faz respirar;
A Terra que me faz sentir segura
A água em que banho os meus sentimentos…
Tu és os quatro elementos fundamentais da minha vida!