Anti-Bush

Não é embirração minha quando anseio que o mandato de George W. Bush termine já! Como é possível apoiar, defender e gostar de um homem que coloca os seus interesses económicos acima de um bem global? Nem os americanos estão protegidos de um impacto ambiental. Foi recebido na Eslovénia e, na última visita europeia antes do fim do mandato, fez saber que “reduzir as emissões de CO2 prejudicaria a economia americana, para recusar um acordo que substitua o Protocolo de Quioto”. 

As alterações climáticas e as negociações para um acordo que substitua o Protocolo de Quioto a partir de 2012 são os “cabeça de cartaz” da cimeira que reúne os líderes da União Europeia (UE) e dos EUA. Hoje, Bush deve recusar qualquer reformulação sobre a emissão de redução de gases com efeito de estufa; tudo porque Sua Excelência considera que tal vai colidir com os interesses económicos do país. Quer dizer, para que os americanos não se sintam lesado; há que colocar todos os países em risco! isto extrapola a prepotência. De acordo com o DN, Bush deverá explicar a Durão Barroso e ao Primeiro-ministro esloveno que “os EUA só se comprometerão com objectivos concretos se todas as economias, em particular as emergentes, esiverem dispostas ao mesmo”. Bush recusa-se a defender um dos objectivos dos 27 para que a “sua” economia não seja prejudicada.


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