Como dizia o outro…

A pequenez de espírito, a cobardia, a maledicência, o cinismo, a dor de cotovelo são, muitas vezes, características, por si só, malévolas. No entanto, quando reunidas numa só pessoa podem tornar-se doentias e até perigosas. Lamentável! Porquê que as pessoas se acham adultas (para umas coisas) e frontais para dizer o que pensam, se depois não se identificam? É com medo da retaliação ou porque são verdadeiramente cobardes e na hora de assumirem o que dizem, colocam “o rabinho entre as pernas”? Não terão aprendido - ou pelo menos ouvido dizer - algures, que se deve sempre ouvir o outro lado? Com certeza não frequentámos o mesmo local. Todavia, é sempre bom saber que alguém nos dá importância, fugindo ao cliché de só “dar importância ao que realmente tem”. Não se estende, de todo, a este género de pessoas. Como dizia o outro “não importa se falam mal ou bem, desde que falem”. Vejam o Miguel Sousa Tavares que foi acusado de plágio por um anónimo, num blog? Acham mesmo que alguém que se regesse por tal prática, chegaria onde chegou ou chega onde chega? Obrigada por incluírem o “gostoecontragosto” nas visitas cibernáuticas. Destas pessoas, não se deve gostar ou “contra-gostar”, mas sim afastar!

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