O mês do regresso

Depois de alguns dias de descanso, de passeios ao luar, de jantares…eis que a palavra “regresso” toma cada vez mais forma.
É o regresso à rotina, ao trabalho, à escola. A azáfama da compra de material escolares e dos novos livros enche os mais pequenos de alegria; enquanto os graúdos suspiram pelo aumento de despesas e fazem “trinta por uma linha” para satisfazer os filhos que vão atrás das ofertas publicitárias.
O sucesso escolar não depende se os meninos têm os cadernos do noddy ou a mochila do homem-aranha. Mas como os pais estão tão pouco tempo com os filhos, o que custa fazer mais esta vontade? Será este pensamento o mais indicado para incutir o sentido de responsabilidade e dever para os futuros governantes?
Para os progenitores, o mais importante é satisfazer o gosto das crianças, sem que estas não fiquem “atrás” dos colegas e não sirvam de chacota à cruelade infantil.