Politiquices
Publicado por Liliana Fernandes a 16 Março 2007 em Artigos recentes.A semana de 5 a 9 de Março ficou marcada por interesses de vária ordem . Os mais marcantes foram o Dia Internacional da Mulher e o regresso de Paulo Portas à política. O primeiro manifestou-se por diversas reuniões de feministas activistas ou de jantares com muitas mulheres. Restaurantes apinhados por pessoas que pareciam existir só naquele dia, dificultando quem quisesse, apenas, ter um jantar ameno depois de dia de muito trabalho. Desnecessário. O pretexto das reuniões neste dia pode ter algumas interpretações, entre elas: mais não revela do que um sentimento de inferioridade cultivado durante anos ou, para as mais românticas, um motivo de vitória pelos direitos conquistados.
Quanto a Paulo Portas, reagi com estupefacção. Não que não lhe reconheça mérito. Pelo contrário. A nível de oratória e retórica é de se tirar o chapéu e é destes que se deve ter cuidado para não cair na “lábia”. Um verdadeiro demagogo, do qual importa reter o essencial.Todavia, inquieta-me ou provoca-me admiração um deputado eleito pelo partido, como foi, ocupar o lugar de deputado na Assembleia da República e dar um passo para trás, regressando não só ao partido, mas também à política! O que pretende? Qual foi a estratégia adoptada? Muitos podem fazer ideia. Outros arriscam palpites e alimentam discussões acesas com troca de opiniões. Na realidade, só ele sabe o que o motivou e todos nós saberemos o que “guarda na manga”…na altura própria.
O lugar de deputado estava “reservado”? E o do partido, também estará? A seu tempo, veremos. Acredito que será uma “luta” renhida, mas também acredito que a sua influência não tenha arrefecido no partido. Admiram-no e reconhecem-lhe o mérito.
Qualquer que seja o “vencedor”, fará o mesmo dos mesmos: politiquices.
Porque será que a figura de Paulo Portas causa gosto e contra-gosto nos meandros da política?
Quanto a Paulo Portas, reagi com estupefacção. Não que não lhe reconheça mérito. Pelo contrário. A nível de oratória e retórica é de se tirar o chapéu e é destes que se deve ter cuidado para não cair na “lábia”. Um verdadeiro demagogo, do qual importa reter o essencial.Todavia, inquieta-me ou provoca-me admiração um deputado eleito pelo partido, como foi, ocupar o lugar de deputado na Assembleia da República e dar um passo para trás, regressando não só ao partido, mas também à política! O que pretende? Qual foi a estratégia adoptada? Muitos podem fazer ideia. Outros arriscam palpites e alimentam discussões acesas com troca de opiniões. Na realidade, só ele sabe o que o motivou e todos nós saberemos o que “guarda na manga”…na altura própria.
O lugar de deputado estava “reservado”? E o do partido, também estará? A seu tempo, veremos. Acredito que será uma “luta” renhida, mas também acredito que a sua influência não tenha arrefecido no partido. Admiram-no e reconhecem-lhe o mérito.
Qualquer que seja o “vencedor”, fará o mesmo dos mesmos: politiquices.
Porque será que a figura de Paulo Portas causa gosto e contra-gosto nos meandros da política?
Enfim os meandros da politica, onde a verdade de ontem já não é a de hoje nem será a de amanhã!
APBSS
« Demagogia feita à maneira
é como um (rato) numa Ratoeira »
Lena D`àgua