Não se sabe se a denunciante terá, de facto, falado num tom exaltado. Mas o que dizer de um sistema judicial, que condena uma cidadã por reclamar do serviço e/ou qualidade do que serve? Foi o que aconteceu a uma médica, no norte do país. Casos como este só dão ênfase àqueles que dizem: “reclamar para quê?”. Neste contexto, só para ficar com menos uns euros na conta bancária…

E agora pergunto e corrijam-me se estiver errada: o livro de reclamações não é obrigatório em qualquer estabelecimento? É que no que faz notícia, foi necessária a intervenção da PSP para que a cliente acedesse ao mesmo!