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	<title>Comentários em: Uso o teu&#8230;queres o meu?</title>
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	<description>Eu acredito! «A nossa liberdade termina onde começa a dos outros»</description>
	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 16:17:08 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Pessoa</title>
		<link>http://gostoecontragosto.net/artigos-recentes/uso-o-teuqueres-o-meu/2007/08/#comment-116</link>
		<dc:creator>Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 14:58:36 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo 100% com tudo o que foi escrito!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo 100% com tudo o que foi escrito!</p>
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		<title>Por: Aline</title>
		<link>http://gostoecontragosto.net/artigos-recentes/uso-o-teuqueres-o-meu/2007/08/#comment-100</link>
		<dc:creator>Aline</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 12:31:59 +0000</pubDate>
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		<description>Ora... pior do que a adoção do nome do outro é o próprio casamento burocrático!
Assinar papéis, definir divisão de bens, casar de véu e grinalda (moça virgem antigamente não casava de branco!!! NUOSSA!)... e qdo não casa? Fica mal falada...
Ainda temos isso presente... para muitos juntar é feio, mostra família desequilibrada logo já de início!
Ai ai... que sistema louco que vivemos, que imposições bestas, pequenas demais para mim!!!

E se amor é isso... eu não o possuo! :)
Valeu pelo texto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora&#8230; pior do que a adoção do nome do outro é o próprio casamento burocrático!<br />
Assinar papéis, definir divisão de bens, casar de véu e grinalda (moça virgem antigamente não casava de branco!!! NUOSSA!)&#8230; e qdo não casa? Fica mal falada&#8230;<br />
Ainda temos isso presente&#8230; para muitos juntar é feio, mostra família desequilibrada logo já de início!<br />
Ai ai&#8230; que sistema louco que vivemos, que imposições bestas, pequenas demais para mim!!!</p>
<p>E se amor é isso&#8230; eu não o possuo! <img src='http://gostoecontragosto.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Valeu pelo texto&#8230;</p>
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		<title>Por: O nosso nome, a nossa verdade</title>
		<link>http://gostoecontragosto.net/artigos-recentes/uso-o-teuqueres-o-meu/2007/08/#comment-91</link>
		<dc:creator>O nosso nome, a nossa verdade</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 20:14:18 +0000</pubDate>
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		<description>Que artigo longo... e tão interessante... dava uma longa conversa entre nós. 

Mas aos leitores assíduos do teu blog eu só quero partilhar uma coisa: a importância do nosso nome, da nossa verdade.

As primeiras actividades com os meninos que chegam às escolas do 1º ano do 1º ciclo estão relacionadas com os nomes. Segundo as orientações curriculares, quero que os meus alunos saibam escrever o nome, saibam o nome completo, bem como o nome dos colegas. Para quê? Para que comecem a construir a sua identidade e a identidade do grupo.

Ora, mais tarde quando as pessoas se querem casar e seguir as tradições sem se quer as questionar, mudam o nome e estão também a perder a sua identidade. 

Reflectir e mudar as tradições está nas nossas mãos. Há coisas que sinceramente me fazem muita confusão: 

- a mulher muda o nome quando se casa
- tem de ser o rapaz que pede a rapariga em casamento
- a rapariga tem de oferecer uma prenda de noivado depois do pedido...

Eu não sei... mas parece-me que há várias maneiras de viver o amor, de demonstrar sentimentos, de partilhar vivências. 

Ficar com o nome do meu marido sem ele ficar com o meu nome não me parece de todo que estejamos a construir uma identidade do nosso amor, nem a torná-lo mais verdadeiro. Mas se, quem o faz, assume que o faz porque quer dar isso ao outro, está a ceder, está a cumprir uma tradição porque isso lhe faz muito sentido para si e para o marido... quem sou    eu... 

A idade traz, sem dúvida, sabedoria, mas só se pensarmos sobre a verdade das coisas, da nossa vida e dos nossos sentimentos. Muitas vezes não é o que acontece com os inúmeros jovens que seguem tradições por si só... sem pensar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que artigo longo&#8230; e tão interessante&#8230; dava uma longa conversa entre nós. </p>
<p>Mas aos leitores assíduos do teu blog eu só quero partilhar uma coisa: a importância do nosso nome, da nossa verdade.</p>
<p>As primeiras actividades com os meninos que chegam às escolas do 1º ano do 1º ciclo estão relacionadas com os nomes. Segundo as orientações curriculares, quero que os meus alunos saibam escrever o nome, saibam o nome completo, bem como o nome dos colegas. Para quê? Para que comecem a construir a sua identidade e a identidade do grupo.</p>
<p>Ora, mais tarde quando as pessoas se querem casar e seguir as tradições sem se quer as questionar, mudam o nome e estão também a perder a sua identidade. </p>
<p>Reflectir e mudar as tradições está nas nossas mãos. Há coisas que sinceramente me fazem muita confusão: </p>
<p>- a mulher muda o nome quando se casa<br />
- tem de ser o rapaz que pede a rapariga em casamento<br />
- a rapariga tem de oferecer uma prenda de noivado depois do pedido&#8230;</p>
<p>Eu não sei&#8230; mas parece-me que há várias maneiras de viver o amor, de demonstrar sentimentos, de partilhar vivências. </p>
<p>Ficar com o nome do meu marido sem ele ficar com o meu nome não me parece de todo que estejamos a construir uma identidade do nosso amor, nem a torná-lo mais verdadeiro. Mas se, quem o faz, assume que o faz porque quer dar isso ao outro, está a ceder, está a cumprir uma tradição porque isso lhe faz muito sentido para si e para o marido&#8230; quem sou    eu&#8230; </p>
<p>A idade traz, sem dúvida, sabedoria, mas só se pensarmos sobre a verdade das coisas, da nossa vida e dos nossos sentimentos. Muitas vezes não é o que acontece com os inúmeros jovens que seguem tradições por si só&#8230; sem pensar.</p>
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		<title>Por: Velha Guarda</title>
		<link>http://gostoecontragosto.net/artigos-recentes/uso-o-teuqueres-o-meu/2007/08/#comment-84</link>
		<dc:creator>Velha Guarda</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 02:14:49 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, se nunca foi casada, terá dificuldade em compreender o prazer que eu e a minha mulher, casados por volta dos 50 anos de idade, tiramos do facto de termos cada um adoptado o nome do outro, criando um nome composto único e comum.
É como a aliança, uma espécie de declaração permanente de amor...
Claro que nos nossos primeiros casamentos não tínhamos feito nada disto! Mas a idade traz sabedoria...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, se nunca foi casada, terá dificuldade em compreender o prazer que eu e a minha mulher, casados por volta dos 50 anos de idade, tiramos do facto de termos cada um adoptado o nome do outro, criando um nome composto único e comum.<br />
É como a aliança, uma espécie de declaração permanente de amor&#8230;<br />
Claro que nos nossos primeiros casamentos não tínhamos feito nada disto! Mas a idade traz sabedoria&#8230;</p>
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