Não fossem as eleições estarem à porta e o receio de perderem cerca de 100 mil votos (com a classe docente), será que tínhamos esta notícia? Os sindicatos não valorizam a iniciativa.

Já tive oportunidade de escrever no gostoecontragosto que o PS corre o risco de não ganhar com maioria absoluta devido ao descontentamento dos professores e dos homossexuais… Mas que ganha, ganha! Qual é a alternativa? Não tem quem lhe faça oposição!

Hoje, no DN, Manuel Alegre faz o mesmo alerta.

Vou transcrever excertos de um documento que recebi hoje (desculpem, mas ainda não sei colocar documentos para que  possam consultar, dispensando, assim, a transcrição).

«(…) o ministério da Educação (ME) contratou duas vezes o mesmo advogado para fazer o mesmo trabalho. (…) teria sido contratado por esse ministério para levar a cabo um trabalho de compilação que pudesse reunir sob a forma de um “manual de direito da Educação” toda a legislação relacionada com essa área, trabalho cuja contratação previa concluído em Maio de 2006, o que não terá acontecido.

(…) a remuneração foi garantida na íntegra, embora não tenha sido concluído o trabalho contratado. Na sequência desse incumprimento de prazos, o ME torna a contratar o mesmo advogado para o mesmo mandato, mas agora contratualizando uma remuneração significativamente maior. A remuneração passou de 1500 euros/mês no primeiro contrato, incumprido; para 20 000 euros/mês». No mesmo documento, estão patentes algumas questões que terão sido colocadas ao Presidente da Assembleia da República.

Para os que duvidam da veracidade destes excertos, o blog 31 da armada tem a imagem do recibo verde (”O drama dos recibos verdes”) com a dita quantia e, já agora, vale a pena dar uma espreitadela no link que está por baixo da imagem.

Hoje, ouvi na TSF o líder madeirense dizer que o que se passou na Assembleia regional da Madeira só interessa a quem gosta de anedotas, por cá, também se fazem umas quantas, parece!

Hoje foi assinado o protocolo para a criação do museu da Saúde, uma colaboração entre o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA).

Para quem não sabe a instalação e gestão do museu da Saúde foram atribuídas ao INSA pela nova orgânica, Decreto-lei n.º 271/2007.

Mas o espantoso é que quando perguntaram ao director do INSA, José Pereira Miguel, onde ia ser o museu (visto que já tinha dito durante a cerimónia que o instituto não tinha espaço)… a resposta foi uma surpresa. Sorriu, riu, sorriu, riu para a jornalista…Olhou-a de alto a baixo várias vezes - como se ela tivesse a resposta algures - e depois disse, «em Lisboa e no Porto! Desculpe, mas não lhe posso mesmo dizer».

Quem faltou?

No sábado, a notícia que dominou a actualidade foi a manifestação dos professores. Cerca de 85 por cento (ouvi num noticiário televisivo) da classe reuniu-se, em protesto, na capital, isto é, 120 mil docentes (avançaram os sindicatos).

A ministra deu uma conferência, mas na Invicta. Reafirmou não voltar atrás na decisão tomada e, mais uma vez, insistiu numa tecla que não é verdade: os professores não se manifestaram contra a avaliação, mas sim contra o modelo proposto.

Como pode um Governo ignorar o manifesto de 120 mil pessoas? Mas o mais estranho é o silêncio do chefe de Estado, Cavaco Silva. Noutros tempos, o Presidente da República não se inibia de apoiar a ministra da Educação perante os diversos protestos; quanto à manifestação do passado Sábado…ainda não se pronunciou!

O Código do Trabalho foi aprovado, sendo que Manuel Alegre votou contra. Este é o efeito da maioria absoluta: muitas das propostas são aprovadas, independentemente dos votos contra.

Este novo Código do Trabalho assemelha-se àqueles livros que sugerem que as pessoas mudem de vida em “12 dias”, por exemplo. Esta nova aprovação do Governo bem poderia chamar-se “saiba como livrar-se do seu funcionário em três tempos”, não?

O tão polémico alargamento do terminal de Alcântara foi, finalmente, justificado por Mário Lino, numa entrevista à revista Visão (de hoje). Tentei encontrar o link, mas o meu pc deve ter uma questão mal resolvida com o sítio daquela revista; simplesmente porque nunca abre!

De acordo com o ministro, a decisão tomada foi «a mais vantajosa para o Estado». Esta parte é que continuo sem perceber…

São figuras como estas que nos divertem! Berlusconi, Sarkozy, Palin… Já estou a imaginar uma série do tipo “marretas” com estas criaturas.

Avé Barack Obama! Imaginem o que era se esta senhora tivesse de falar com os diversos líderes mundiais? Imaginem-na em África: «Senhor Presidente, tem uma região enorme. Tão grande ou mais dos que os EUA». Sim, não estranhem. Consta que a senhora desconhecia que África é um continente.

Já estava a imaginá-la no poder: os rapazes era obrigados a defender os EUA no Iraque, enquanto as raparigas teriam de participar em concursos de miss e de beleza, entretanto devidamente institucionalizados. Esta não é a única “preciosidade” da menina no Alasca. No início da campanha, também foi autora de uma frase “primorosa”. Por outras palavras, terá dito que via a Rússia da sua casa! Nem de binóculos, perdão; “quadróculos”!

Sarah Palin é o Sarkozy de saias ou, antes, Sarkozy é a Palin de calças?

O título não é dos melhores. No entanto, para escolher um que expressasse o que de mau estou a sentir, seria, no mínimo, ofensivo às demais susceptibilidades

Atrocidades destas não deviam acontecer! Qual o sentido, afinal? Porque nos desgastamos em “guerras” sem sentido quando o que realmente importa é a vida?

Se fosse algo que dependesse do Homem e se eu fosse primeira-ministra, impunha uma lei que impedisse tragédias destas!

Apetece-me…

Hibernar! Com este tempo cachucho o que me apetece é hibernar….

Perdão?!

Esta notícia é a prova daquilo que venho apregoando sobre estas pessoas. E agora que venham os restantes e digam “perdoai, Senhor! Não sabem o que fazem!”.